A Batalha das Maquininhas...

segunda-feira, 30 de agosto de 2010


A edição da Revista Veja, do dia 18 agosto, traz uma reportagem intitulada, "A batalha feroz das maquininhas". Num texto de fácil entendimento, Renata Betti esclarece ao leitor como são feitas as operações  de pagamento através  das máquinas e como funcionava o duopólio das operadoras Cielo e Redecard - dominantes  do mercado nacional. As empresas tinham exclusividade na transmissão de pagamento das  bandeiras  mais utilizadas no país, Visa  e Mastercard respectivamente. Apesar de o assunto ser pouco comentado nas principais mídias de comunicação, a medida que a princípio parece beneficiar os empresários, futuramente refletirá no bolso do consumidor. O empresário terá menos custos em alugar apenas uma máquina, juntamente com o aumento da competitividade entre as cinco credenciadoras no país (GetNet, Cielo, Hipercard, America Express e Redecard). Gerando uma queda de até 25% nos custos, que poderá ser revertido ao consumidor em forma de produtos e serviços mais baratos.   De acordo com a revista, o Banco Central informou que 62% das compras feitas com cartões de crédito ou débito geram 535 bilhões de reais, antes concentrados entre as duas maiores operadoras que tornavam as negociações inflexíveis. Agora, com o aumento da competitividade, a medida traz benefícios para ambos os lados, numa população em que mais de dois terços possuem algum de cartão de crédito, cabe aos empresários tornar as compras mais atrativas, gerando promoções e facilidade de pagamentos.

550 km,550 km Para um pouquinho... descansa um pouquinho???

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Ano eleitoral e a novela se repete... A cidade vira um verdadeiro canteiro de obras. E, mais uma vez, o metrô volta a cena. O capítulo agora é a entrega dos trens. Após um ano e nove meses parados nos pátios da Estação Aduaneira do Interior (Eadi/Salvador), no CIA, os trenzinhos vão descansar sobre os trilhos do metrô, em local de fácil visualização pela população (ou eu deveria simplesmente dizer o Eleitorado?). Essa semana, fazendo o meu corriqueiro uso do caótico sistema de transporte de Salvador ( famoso Buzão), vi a alegria de uma menininha aparentando ter uns quatro anos que dizia: Mãe! mãe! eu tô vendo o eletrô, tô vendo o eletrô! (como é chamado o metrô em meninês  rsrs) Daí, surgiu uma reflexão! Essa pequena demonstração de ingenuaidade é linda para a idade dela. porém, é triste porque grande parte da população se deixa enganar da mesma forma por esse tipo de proganda eleitoral, que nada tem de gratuita, que é feita na base do oportunismo e com o dinheiro de nossos impostos. Além de não sair o metrô, ainda de complemento temos as obras da rótula do abacaxi,  do bonocô e a operação tapa buracos, que só acontecem na " hora do rush" dando continuidade as propagandas políticas e gerando caos total. Agora, é só esperar os trenzinhos enferrujados começarem a funcionar no trajetinho de 6km (um mimo, pequeno souvenir) que custaram miseros R$ 1 bilhão.  Outro dia vi um comentário aqui na net que vem sustentar o esteriótipo dos baianos e que dizia: E aí painho esse metrô sai ou não sai? e o outro responde: saí agora não meu rei... tô com uma preguiça arretada!!!
É  isso ai galera é a  "Bahia Terra de Todos nós" e a "Salvador de um novo tempo"!!! 

O Problema está entre a Cadeira e o teclado!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

No Texto, A revolução sem maquinetas postado no Observatório da Imprensa ,do último dia 03 de agosto, Alberto Dines aponta uma solução didática para a precariedade das informações nos meios digitais, que tem expandido seu modelo simplificado para os jornais impressos. Dines acredita que a aposta em uma formação de qualidade da nova geração de leitores é o caminho a ser seguido, e ai entra o papel do jornalismo feito com seriedade, já que o poder público parece não se interessar por investimentos educacionais. Segundo o autor, o motivo para tal desinteresse dos governates, seria a demora em apresentar resultados. Mas, nós sabemos bem  que esta não é a única razão. Em contrapartida algumas poucas empresas de comunicação vem mostrando interesse e tem se dedicado a formação de leitores críticos e comprometidos. Dines é muito feliz em suas análises, e o próprio Observatório da Imprensa vem provar, o que pessoas assim como eu acreditam, que nem todo conteúdo da internet precisa ser descartado. O problema não está simplesmente nos posts, e sim o tipo de leitor internauta e o que ele procura na World Wide Web.